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	<title>Instituto Fichera &#187; Sem categoria</title>
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	<description>Sexologia, ginecologia e psicoterapia individual e de casais, em Fortaleza, Ceará.</description>
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		<title>Disfunção erétil entre as verdades e os mitos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 03:35:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com certeza, a Disfunção Erétil (DE) é entre todas as outras disfunções sexuais aquela que mais envolve toda uma série de mitos, que muitas vezes, se tomados como verdadeiros, podem influir de modo significativo na vida sexual do indivíduo como, também, em sua saúde física e mental como um todo. Nessa breve explanação, não poderemos &#8230; <a href="http://it.institutofichera.com.br/?p=142" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Disfunção erétil entre as verdades e os mitos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com certeza, a Disfunção Erétil (DE) é entre todas as outras disfunções sexuais aquela que mais envolve toda uma série de mitos, que muitas vezes, se tomados como verdadeiros, podem influir de modo significativo na vida sexual do indivíduo como, também, em sua saúde física e mental como um todo.</p>
<p>Nessa breve explanação, não poderemos abordar todos os mitos que existem acerca da DE, mas pelo menos abordaremos os mais frequentes e mais importantes.</p>
<p>De qualquer forma, é importante procurar um especialista quando do aparecimentos dos primeiros sintomas e sinais de DE. Existe tratamento para quase todos os casos de DE.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DISFUNÇÃO ERÉTIL versus IDADE</p>
<p>Mito: a DE acomete as pessoas idosas, por ser um acontecimento normal do envelhecimento. Por isso, o homem deve apreender a conviver com ela como, também, sua parceira (o).</p>
<p>Verdade: Em verdade, a DE atinge mais os homens de uma certa idade. Não por isso, o homem deve dar como comprometida ou até perdida sua vida sexual e, então, conformar-se com a frustrante situação. A habituação e/ou o desconhecimento da fisiologia e da resposta sexual masculina influem no aparecimento da DE no homem idoso, sendo necessário, assim, estímulos físicos mais intensos e demorados, e mentais (uso de fantasias eróticas). A participação ativa da parceira (o) é de suma importância nesses casos. Deve-se lembrar que no homem de certa idade a resposta sexual é mais lenta, mas isso não impede que obtenha prazer.</p>
<p>Mito: os homens jovens não apresentam DE, a qual é um “problema” que atinge com certa frequência os mais velhos.<br />
Verdade: os jovens, também, podem apresentar DE por alterações físicas e/ou emocionais. A DE atinge os homens com vida sexual ativa em qualquer faixa de idade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DISFUNÇÃO ERÉTIL versus CONDIÇÕES DE SAÚDE</p>
<p>Mito: a DE pode causar ansiedade e temor, contudo não é uma situação médica perigosa.</p>
<p>Verdade: a DE em si mesma geralmente não é uma situação médica que inspire preocupação excessiva. Contudo, pode ser um dos primeiros sintomas e/ou sinais de doenças orgânicas bastante graves. A mais frequente é o Diabetes mellitus que é uma doença grave por atingir vários órgãos importantes do indivíduo. As doenças cardíacas em geral e a hipertensão arterial podem ser motivo de disfunção erétil. Aterosclerose pode causar diminuição de calibre ou até obstrução das artérias e arteríolas penianas impedindo, assim, o “funcionamento” normal dos corpos cavernosos, obstaculando a obtenção de uma boa ereção. Alterações hormonais e alterações do sistema nervoso (D. de Parkinson) não podem ser esquecidas e descartadas como possíveis causadoras de DE.</p>
<p>Como falamos no início, o homem que apresenta sinais de disfunção erétil deve procurar seu médico de confiança e falar ser receio de sua condição médica.</p>
<p>Muitos homens tendem a esconder ter apresentado situações de disfunção erétil com a parceira (o) ou em outras situações sexuais por um pudor sem sentido algum ou por vergonha se ocorreu num relacionamento extraconjugal.</p>
<p>Consideram as alterações da função sexual como não fazendo parte de sua saúde física e emocional.</p>
<p>O médico através de uma boa história clínica e os oportunos exames complementares poderá chegar a um diagnóstico.</p>
<p>Caso ele não seja um especialista na área, poderá encaminhá-lo ao um “expert” para que possa realizar uma avaliação mais profunda e um planejamento terapêutico. Normalmente, a maior parte dos urologistas e terapeutas sexuais médicos estão capacitados para isso. Por vezes, é necessário a intervenção de psiquiatra e/ou psicólogo quando existe forte componente emocional na gênese e na manutenção da DE.</p>
<p>Mito: alguns homens acreditam apresentar disfunção erétil por não estar mais atraídos sexualmente pela parceira (o).</p>
<p>Verdade: nem sempre isso ocorre e a DE pode ter sido causada por outros fatores que não o desinteresse sexual. Existe, quase sempre, a tendência a desconsiderar a DE como sendo uma situação médica que requeira cuidado, de modo especial se ocorre depois de muitos anos de conivência. Quando, porém, isso ocorre com uma nova e jovem parceira os homens preocupam-se de verdade.</p>
<p>Concluindo: as causas de DE são variadas. Para conhecê-las melhor convidamos a acessar DISFUNÇÕES ERÉTEIS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TRATAMENTO DA DISFUNÇÃO ERÉTIL</p>
<p>Mito: o tratamento para DE consiste no uso permanente de medicação oral (comprimidos), tornando-me também dependente dela para obter minha ereção.</p>
<p>Verdade: existem vários medicamentos para o tratamento da DE, pois cada indivíduo tem suas peculiaridades e pode ter melhor resposta com um deles e não com os outros. Estão atualmente aprovados fármacos que pode ser usado por Via Oral, injetável (diretamente no corpo cavernoso do pênis) ou por inserção na uretra.</p>
<p>Também, deve ser avaliada a preferência do cliente em usar um ou outro método de utilização do medicamento.</p>
<p>Devemos lembrar que a DE pode ser a manifestação secundária de uma doença sistêmica, como por exemplo a hipertensão arterial, o Diabetes mellitus, as doenças cardiovasculares, a aterosclerose ou doenças neurológicas, etc. Muitas vezes o tratamento correto da doença básica pode diminuir substancialmente os efeitos negativos sobre a ereção peniana.</p>
<p>Existem vários fatores de risco que facilitam o aparecimento da disfunção erétil, como por exemplo: tabagismo, alcoolismo, uso de drogas lícitas e ilícitas, obesidade, stress e outras que podem ser encontradas, aqui, em outros artigos.</p>
<p>A associação da psicoterapia e o uso de medicação específica é considerada, atualmente, o melhor método terapêutico para o portador de disfunção erétil.</p>
<p>Mito: o tratamento com medicamento extraídos ervas e com suplementos alimentares são bem eficazes e dispensam a orientação de um médico especialista.</p>
<p>Verdade: o uso de medicamentos ditos “naturais” (extraídos de ervas, homeopáticos e de “suplementos vitamínicos” podem causar grave prejuízo à saúde, além de não tratar a disfunção erétil. A grande maioria desses medicamente supostamente “milagrosos” são de composição desconhecida e possivelmente perigosos, pois podem interagir negativamente com outros medicamentos que eventualmente estejam sendo tomados por ordem médica.</p>
<p>Não são informadas as composições desses “medicamentos” nem as dosagens dos componentes. Não há controle de qualidade realizada por alguma</p>
<p>Agência Oficial de Saúde que comprove sua qualidade e sua eficiência.</p>
<p>Comprar qualquer “remédio” (seja Similares, Genéricos, naturais, homeopáticos, etc) via telefone ou pela Internet, coloca em risco a saúde, além de não se poder reclamar legalmente se não for eficiente ou se causar algum tipo de malefício.</p>
<p>Conclusão final: em se tratando de disfunção erétil (como em todas as outras situações que comprometam sua saúde) consultar um médico especialista é a primeira e melhor solução.</p>
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		<title>Informações preliminares relativas à ejaculação precoce – EP</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2015 09:21:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estas informações preliminares não esgotam o tema sobre o assunto. Serão encontradas maiores informações em outra parte do site. Contudo, é sempre aconselhável procurar um especialista na área de sexualidade humana, caso este seja uma situação que o preocupe. Ejaculação Precoce: o que é? A ejaculação precoce (prematura ou rápida) é definida como sendo a &#8230; <a href="http://it.institutofichera.com.br/?p=65" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Informações preliminares relativas à ejaculação precoce – EP</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estas informações preliminares não esgotam o tema sobre o assunto. Serão encontradas maiores informações em outra parte do site. Contudo, é sempre aconselhável procurar um especialista na área de sexualidade humana, caso este seja uma situação que o preocupe.</p>
<p>Ejaculação Precoce: o que é?</p>
<p>A ejaculação precoce (prematura ou rápida) é definida como sendo a ejaculação que ocorre logo após a penetração, com estimulação sexual mínima e mais cedo do que se deseje (ejacular). Menos frequentemente ocorre antes da penetração.</p>
<p>É, provavelmente, a disfunção sexual mais comum no homem, qualquer idade ele tenha.</p>
<p>Quais as causas mais frequentes de ejaculação precoce?</p>
<p>Apesar de todas as pesquisas na área da sexualidade do homem, não é possível estabelecer uma única e bem definida causa. Existem várias teorias e provavelmente existe a combinação de duas ou mais “alterações” (físicas e/ou emocionais) que levem à ejaculação precoce. Aparentemente, segundo o depoimentos de muitos homens, esta situação desconfortante se apresentou imediatamente na primeira ou nas primeiras relações sexuais, realizadas com parceiras de seus relacionamentos, mas em precárias condições de intimidade e segurança ou com prostitutas.</p>
<p>A EP pode ocorrer em homens perfeitamente “continentes” (que sabem controlar a vontade de ejacular e ejaculam quando o desejam) quando têm relações sexuais com uma nova parceira (o), ou estando em particulares situações sexuais ou após certo período de abstinência sexual.</p>
<p>É interessante observar que, muitas vezes, o homem não apresenta ejaculação precoce quando ele próprio se masturba, ainda que fortemente excitado.</p>
<p>Ansiedade, stress, estados depressivos, menos frequentemente estados de culpa, são os principais fatores ligado às emoções.</p>
<p>Doenças no aparelho urogenital, certas alterações hormonais e até o efeito colateral de alguns medicamentos podem ser apontados como causas orgânicas.</p>
<p>Quais os sintomas e os sinais da EP:</p>
<p>O principal sintoma é a percepção nítida de que a ejaculação é iminente e de que nada possa ser feito para impedi-la. O sinal bem característico é a própria ejaculação que pode ocorrer antes da penetração (situação médica mais grave) ou logo após a penetração (de segundos a poucos minutos).</p>
<p>Diagnóstico:</p>
<p>Uma ótima história clínica é indispensável para se chegar ao diagnóstico. É sempre aconselhável o especialista conhecer e ouvir o que a parceiro (o) tem a informar sobre a situação. Exames médicos complementares de diagnósticos podem ser solicitados quando se suspeita de algum tipo de causa orgânica.</p>
<p>Tratamento da EP:</p>
<p>Em certos casos a EP é somente um acontecimento transitória na vida sexual de um casal, não sendo necessário a utilização de medicamentos. Logicamente, conhecendo os fatores externo e internos que levam à EP é mais fácil corrigir a situação. P.ex. abster-se álcool, tabaco ou drogas ilegais. Exercícios de relaxamento são uma boa opção em todos os casos. Podem ser utilizadas técnicas específicas de dessensibilização que obtêm bons resultados quando são realizados juntamente com a parceira (o). Uso de medicamentos que retardam a ejaculação estão sendo utilizados atualmente, às vezes, juntamente com outros utilizados na disfunção erétil. De qualquer forma, o uso de medicação exige a supervisão médica para uma dosagem precisa e individualizada e para evitar efeitos colaterais desagradáveis.</p>
<p>A psicoterapia deve sempre acompanhar o tratamento da ejaculação prematura. Os resultados positivos são sempre melhores e mais duradouros.</p>
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		<title>Coisas que podem dificultar ou impedir a sua ereção</title>
		<link>http://it.institutofichera.com.br/?p=144</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 03:56:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como vimos na Fisiologia da Ereção, o mecanismo para o homem obtê-la é bastante complexo. Anatomia, fisiologia, sistema emocional e saúde geral devem estar dentro dos limites da normalidade. Iremos, agora, falar sobre algumas “coisas” que podem impedir o dificultar a ereção. Se isso ocorrer com você, é necessária a intervenção do especialista. 1 – &#8230; <a href="http://it.institutofichera.com.br/?p=144" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Coisas que podem dificultar ou impedir a sua ereção</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como vimos na Fisiologia da Ereção, o mecanismo para o homem obtê-la é bastante complexo. Anatomia, fisiologia, sistema emocional e saúde geral devem estar dentro dos limites da normalidade.</p>
<p>Iremos, agora, falar sobre algumas “coisas” que podem impedir o dificultar a ereção. Se isso ocorrer com você, é necessária a intervenção do especialista.</p>
<p>1 – Depressão:<br />
O cérebro é a zona erógena por excelência e muitas vezes esquecemos seu fundamental papel na vida sexual humana. A excitação sexual começa em sua cabeça e progressivamente se “distribui” para o resto do corpo. A depressão (causada por alterações bioquímicas no cérebro) pode diminuir o desejo e pode, também, levar à disfunção erétil. Além disso, quase todos os medicamentos utilizados para o tratamento da depressão suprimem o desejo sexual, tornando assim mais difícil obter a ereção.</p>
<p>2 – Álcool:<br />
Alguns homens acreditam que um pouco de bebida alcoólica é uma boa solução para entrar num clima erótico. Porém, você sabe que o uso exagerado do álcool pode interferir com as ereções. O efeito é temporário, isto é, passado o efeito do álcool sobre o organismo, tudo tende a voltar à normalidade. O uso de um ou dois copos por dia de vinho tinto pode ter efeitos benéficos sobre a saúde. Contudo, é sempre bom não exagerar.</p>
<p>3 – Medicamentos:<br />
Muitos medicamentos para diminuir a pressão arterial alta, analgésicos, antidepressivos influem sobre a ereção. Drogas ilícitas como as anfetaminas, maconha, cocaína e outras podem causar vários distúrbios sexuais.</p>
<p>4 – Stress:<br />
O stress dificulta entrar num clima erótico e sexual, pois afeta o “desempenho” do pênis. Portanto, na medida do possível, devem ser efetuadas mudanças no estilo de vida para recuperar o bem-estar físico, mental e emocional. Exercícios de relaxamento, atividade física regular, dormir o suficiente são importantes colaboradores para debelar o stress. Caso seja necessário, é aconselhável procurar ajuda profissional.</p>
<p>5 – Raiva:<br />
Estar com raiva, seja com a própria partner seja com outras pessoas, afeta a sexualidade como um todo e o desempenho sexual não será bom.</p>
<p>6 – Ansiedade:<br />
Se você fica ansioso prevendo que não irá ter um bom desempenho na cama, isso tornará a relação mais difícil. Estar ansioso por outros motivos influi, também, negativamente sobre seu desempenho. Pode gerar-se, então um “círculo vicioso” que irá perpetuar a situação.</p>
<p>7 – Sobrepeso:<br />
Estar acima do peso ideal para a idade ou estar realmente”gordo” afeta em muitas pessoas a autoestima. As pessoas com gordura excessiva produzem menos testosterona, o hormônio masculino responsável pelo desejo, dificultando a ereção. Além disso, estar acima do peso afeta o nível normal de pressão arterial, pode levar ao Diabetes tipo II, endurece as artérias e com isso pode diminuir o afluxo de sangue para o pênis, dificultando a ereção.</p>
<p>8 – Autoimagem:<br />
A autoimagem (como você se vê como pessoa) é importante em todos os aspectos da vida. Se você não gosta de você, de como se vê num espelho ou mentalmente, é bem provável que também sua parceira (o) também não se sinta muito atraído. Isso influi no desempenho do casal na cama, aumentando a ansiedade.</p>
<p>9 – Baixa libido:<br />
Baixa libido (desejo sexual) não é a mesma coisa do que disfunção erétil. Contudo, muitos medicamentos que inibem a ereção também inibem a libido.<br />
Baixa autoestima, stress, ansiedade e certos medicamentos diminuem ou até, nos casos mais grave, anulam o desejo sexual. Ocorrendo isso, o interesse sexual pode cair vertiginosamente.</p>
<p>10 – A sua saúde:<br />
Uma boa saúde geral é indispensável para desfrutar de uma boa vida sexual. Como já foi dito anteriormente, hipertensão arterial, diabetes mellitus, certas doenças cardiovasculares, neurológicas (lesões medulares, esclerose múltipla) e certas patologias mentais influenciam negativamente a ereção. Cirurgias de próstata e bexiga urinária podem lesionar nervos e artérias diretamente responsáveis para a ereção.</p>
<p>11 – Como solucionar o problema:<br />
Voltamos a repetir: é indispensável consultar um médico, de preferência um urologista ou um terapeuta sexual médico que podem solicitar os exames complementares de diagnóstico. Caso seja necessário o uso de medicamentos terá, assim, a certeza de encontrar a melhor solução para seu caso. Às vezes, são necessárias intervenções cirúrgicas, mas isso ocorre numa porcentagem pequena.</p>
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